terça-feira, 19 de outubro de 2010

Início e Fim.

O que queremos é voz, é reconhecimento. Não somos apenas um bando de espinhentos rebeldes, também somos gente! Somos o presente, o futuro e também o passado. Somos a luz e a escuridão. Somos vida e morte. Somos o tudo e o nada.


Estamos cansados de tudo. Estamos cansados de nós mesmos, pois somos nós que alimentamos estes lixos. Lixos musicais, sociais, culturais e ambientais.

Somos a causa e a consequência. Somos o que resulta deste lixo, mas somos também os causadores deste lixo. Nascemos para viver e vivemos para morre, afinal a adolescência não é eterna, não é mesmo?

Existem inúmeros adultos revolucionários, mas cadê os nossos jovens revolucionários? Porque não podemos ser glorificados e honrados como os adultos? Porque somos imaturos?

A imaturidade não é algo relacionado apenas a idade. Imaturidade – ou maturidade – é muito mais! Vai além de números. É vivência, ou seja, vida e morte.

E o que nós somos? Somos o início, o princípio; somos também o fim, o “Game Over”. (Sem Restart!!!)


Em um texto sobre tal assunto, nada mais justo que colocar uma foto dele: Renato Russo. Simplesmente indiscritível. Adimiro-o muito e não tô nem aí se me acham antiquada por causa disso. #RenatoRussoEterno.


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Se liga no trocadilho da última frase, hahahahah.
Esse texto foi meio que um desabafo que eu escrevi em relação ao que os jovens de hoje em dia estão vivendo. Mesmo sendo uma, acho rídiculo esses "bandos" que estão sendo criados hoje em dia. Por isso, sou totalmente alternativa. Gosto de coisas totalmente diferentes e opostas.
 
Eu tinha mais um monte de coisas pra escrever, mas esqueci. Deixa pra próxima.
Comportem-se. Ou não.

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